Por Federico Calabrese
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Na próxima temporada da Premier League, o Manchester City tem uma missão muito clara: tentar reduzir a diferença em relação ao Liverpool — aquele abismo que na última temporada entregou o título aos Reds. As primeiras contratações feitas pela diretoria dos Citizens seguem exatamente nessa direção, mas qual será o impacto delas nas finanças do clube?

Manchester City: Os Números das Novas Contratações
Até agora, o Manchester City gastou cerca de 112 milhões de euros em três contratações: Rayan Ait-Nouri, Rayan Cherki e Tijjani Reijnders. Ait-Nouri foi contratado junto ao Wolverhampton por um valor que pode chegar a 36 milhões de euros. Rayan Cherki foi adquirido do Lyon por 34 milhões de euros, enquanto Tijjani Reijnders veio do Milan por 55 milhões de euros. A esse gasto, é preciso somar os investimentos realizados na janela de janeiro passado — cerca de 203 milhões de euros por jogadores como Khusanov, Marmoush e Gonzalez.
O Impacto no Orçamento
Até o momento, com o mercado ainda em andamento, o City apresenta um saldo negativo de aproximadamente 105 milhões de euros. O exercício financeiro encerrado em junho de 2024 registrou um lucro de cerca de 75 milhões de euros, com receitas na casa dos 900 milhões e custos operacionais superiores a 780 milhões de euros. Apesar dos altos gastos desde janeiro, o City ainda pode contar com uma sólida reserva financeira, graças aos 195 milhões de euros acumulados nos últimos três anos, reforçada também pelas receitas com venda de jogadores.
Gastos Totais e Projeções Futuras
Se os gastos totais, entre janeiro e junho, ultrapassaram os 300 milhões de euros, o Manchester City ainda pode dormir tranquilo graças a um lucro líquido — entre patrocínios e acordos comerciais — de cerca de 74 milhões de euros, com receitas de 860 milhões. A base sólida do clube permitiu à diretoria fazer contratações importantes sem maiores preocupações. Agora será preciso acompanhar as futuras mais-valias, na esperança de que o City possa reconquistar o trono da Premier League — também graças a essas importantes aquisições.
Por Federico Calabrese












